Israel alerta o mundo que as
profecias bíblicas estão se cumprindo em nossos dias
Publicado em 04/Outubro/2013 por: Renato Gonçalves de Barros em Verdades Ocultas
Embora
pesquisas de opinião indiquem que menos da metade da população de Israel
acredite nas profecias bíblicas, a questão religiosa sempre foi determinante
para o Estado judeu. Quando Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel, falou na Assembleia Geral das Nações Unidas, dia 1º de
Outubro de 2013, os meios de comunicação deram ênfase apenas aos primeiros dois
terços de seu discurso.
Netanyahu
falou por cerca de meia hora. Grande parte do que foi dito reflete o temos de
Israel de um ataque do Irã a qualquer momento. Essa foi a
tônica de mais da maior parte de suas colocações. O restante
foram considerações sobre um antigo tema: a Palestina. O que surpreendeu a
muitos foi os minutos finais do discurso.
Em suma,
o primeiro-ministro acredita que o Irã não é confiável e seu recente discurso
conciliador esconde uma estratégia armamentista. Nesse momento, é a maior
ameaça à paz no mundo. Se as outras nações não desejam enfrenta-lo com uma
postura rígida, Israel está pronto para se defender sozinho. Sobre o novo
presidente iraniano, Hassan Rohani,
foi direto: “Ele é um lobo que acha que pode colocar lã em cima dos olhos da
comunidade internacional”. Lembrou ainda que Rouhani,
quando foi chefe do Supremo Conselho Nacional de Segurança do Irã, entre 1989 e
2003, deu o aval do governo a atentados terroristas que dizimaram centenas.
Ao longo
de seu discurso, Netanyahu apelou para os relatos do Velho Testamento sobre
Ciro, o rei da Pérsia [atual Irã] que cerca de 2.500 anos atrás encerrou o
exílio dos judeus na Babilônia. Ele também possibilitou o retorno dos
israelitas à sua Terra e a reconstrução do Templo de Jerusalém. Para ele, a
amizade secular entre os dois povos foi rompida em 1979, quando ocorreu a
Revolução Islâmica no Irã, liderada pelo aiatolá Khomeini. Desde então, o governo
religioso muçulmano iraniano se aliou aos maiores inimigos de Israel, as nações
árabes.
Mais
recentemente, aproveitou-se do desenvolvimento de seu programa nuclear e passou
a fazer constantes ameaças a Israel. Embora os iranianos neguem, é de
conhecimento da ONU que existem centrífugas para o enriquecimento de urânio e
uma usina de água pesada que ainda este ano deixará o
pais em condições de ter bombas nucleares. Ao mesmo tempo, o Irã agora pede que
Israel se desmilitarize e interrompa seus próprios programas armamentistas.
A
comparação imediata do primeiro-ministro israelense é com a Coreia do Norte,
que manteve um discurso de cooperação até o momento em que realizou testes
nucleares e passou a ameaçar a Coreia do Sul e os EUA.
Em outras
ocasiões o Irã por acusou Israel de não assinar a Convenção de Armas Químicas
nem a Convenção de Armas Biológicas, ou qualquer outro tratado da ONU sobre o
armamento nuclear, Isso inclui o Tratado de Não Proliferação, do qual o Irã é
signatário.
Porém,
Netanyahu alerta que o Irã, ao lado da Rússia, são os
grandes apoiadores da guerra na Síria, onde foram usadas armas químicas. A
partir daí, falou sobre sua intenção de ter paz com os palestinos desde que
haja “reconhecimento mútuo, no qual um Estado palestino desmilitarizado
reconhece o Estado judeu de Israel”. Asseverou ainda que Israel é “uma nação
próspera com capacidade de se defender”.
Ao
encerrar, usou um tom inesperado. “As profecias bíblicas estão se cumprindo em
nossos dias. No nosso tempo vemos serem realizadas as profecias bíblicas. Como
o profeta Amós [9:14-15] disse, eles reconstruirão as
cidades assoladas, e nelas habitarão. Plantarão vinhas e beberão o seu vinho.
Cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Serão plantados na sua terra para
nunca mais serem arrancados da sua terra [que lhes dei, diz o Senhor].
Após
repetir os versos no original em hebraico, emendou “Senhoras e senhores, o povo
de Israel voltou para casa para nunca mais dela ser arrancado”.
Para
muitos teólogos, o cenário que se desenha hoje, comparado ao texto de Ezequiel
38-39, aponta para o que a Bíblia descreve como a Guerra de Gogue
e Magogue. Haverá grandes nações do mundo unidas na
batalha contra Israel:
1 – a
federação de dez reinos, que constitui um grande Império Mundial;
2 – a federação do Norte, (Rússia e seus aliados);
3 – os reis do Leste, povos além do Eufrates (Irã);
4 – o rei do Sul, poder ou coligação de poderes do Norte da África (Egito).
Embora a
hostilidade dos quatro primeiros seja de uns contra os outros e contra Israel
(Zacarias 12.2,3; 14.2), é particularmente contra o Deus de Israel que eles
lutam. Com informações de Times of Israel.
Fonte:
Gospel Prime
http://verdadesocultas.com.br/2013/10/04/israel-alerta-mundo-profecias-biblicas-estao-cumprindo-dias/